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Maioria atleticana e polêmica das caixas de som: reunião define detalhes do clássico

Publicada em 27/06/17 as 22:57h por SINTONIA FM 87,9 - 31 visualizações


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 (Foto: SINTONIA FM 87,9)

m reunião na sede da Federação Mineira de Futebol (FMF), na tarde desta terça-feira, foram decididos os detalhes para a realização do clássico entre Atlético-MG e Cruzeiro, neste domingo, às 16h (de Brasília), no Independência. O jogo é válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os clubes chegaram a um acordo para a divisão da carga de ingressos: 90% (20.461) com o Galo, mandante, e 10% (1.800) com a Raposa, visitante. É esperado que, na partida do returno, a mesma proporção ocorra no Mineirão. A carga total de ingressos é de 22.261.

Reunião na FMF decidiu os detalhes do clássico Atlético-MG x Cruzeiro (Foto: Thaynara Amaral) Reunião na FMF decidiu os detalhes do clássico Atlético-MG x Cruzeiro (Foto: Thaynara Amaral)Reunião na FMF decidiu os detalhes do clássico Atlético-MG x Cruzeiro (Foto: Thaynara Amaral)

Para representar o Atlético-MG, estiveram presentes Marcelo Machado, integrante do departamento jurídico, e Lucas Couto, diretor de administração e controle. Já em nome do Cruzeiro falaram Aristóteles Lôredo, diretor de Tecnologia da Informação, o supervisor administrativo Benecy Queiroz e o gerente administrativo Fernando Souza.

Pode caixa de som?

Durante a reunião, um assunto polêmico tomou conta: caixas de som, direcionadas à torcida do Cruzeiro e reproduzindo cânticos atleticanos, estão ou não liberadas? No último clássico, na decisão do Campeonato Mineiro, os cruzeirenses reclamaram bastante da atitude do Atlético-MG. Segundo o Major Calixto, representante da Polícia Militar, cânticos que incitam a violência foram tocados naquela ocasião, o que gerou uma série de problemas à PM após a partida da final do Estadual.

- São cânticos que incitam a violência. Não vamos admitir. Se isso acontecer, vamos tomar medidas. Isso provoca a torcida, aí, lá fora, a gente colhe os resultados daquela situação desagradável. São cânticos provocativos. Não pode ter. Isso não é de acordo com a lei - disse o Major durante a reunião.

Caixas de som direcionadas para a torcida do Cruzeiro foram instaladas pelo Atlético-MG no último clássico (Foto: Rafael Araújo) Caixas de som direcionadas para a torcida do Cruzeiro foram instaladas pelo Atlético-MG no último clássico (Foto: Rafael Araújo)Caixas de som direcionadas para a torcida do Cruzeiro foram instaladas pelo Atlético-MG no último clássico (Foto: Rafael Araújo)

Após a declaração do Major Calixto, Lucas Couto ficou exaltado. Ele garantiu que isso não ocorreu e pediu provas. Além disso, afirmou que o Galo está se inspirando em clubes europeus, que tocam músicas em seus estádios antes e depois dos jogos.

- Não fizemos nada de errado. Só estamos olhando para Europa. Lá tem isso sempre. Com cânticos. Quero que prove isso, que teve cantos provocativos.

Major Calixto rebateu e disse que houve sim os cânticos provocativos e que, inclusive, ele estava no Independência e conversou com os dirigentes atleticanos a respeito do assunto. Após proibir o uso da caixa de som com os tais cânticos, Calixto também sugeriu que não tivesse nenhum tipo de música voltada à torcida do Cruzeiro. Isso, porém, é apenas uma sugestão, que pode ser ou não acatada pela diretoria do Atlético-MG.

- Ligar o som para abafar torcida? Isso não é legal. Precisamos conversar e poderíamos evitar. Mas é uma coisa que tem que ser acordada. A torcida do Cruzeiro começava a cantar, e a caixa de som tentava abafar os cruzeirenses. Isso é uma coisa que pode gerar transtorno.

Camarotes

Aristóteles Lôredo, mais conhecido como Tote, um dos representantes do Cruzeiro, reclamou do camarote cedido pelo Atlético-MG. Segundo Benecy, o local é pequeno e não tem nem televisão. Marcelo Machado rebateu e disse que o camarote é semelhante ao recebido pelos dirigentes alvinegros em clássicos no Mineirão e que, se ceder mais um, a cúpula celeste ficará muito próxima aos torcedores atleticanos. Ao final, ficou decidido que o Cruzeiro terá direito ao camarote 2, que tem 28 lugares. Além disso, será isolado, por segurança.

Sem bandeira, sem Raposão

Os Cruzeirenses não poderão levar bandeiras e instrumentos musicais. A LuArenas, administradora do Independência, proíbe a utilização dos adereços nos portões 5, 7, 8 e 10 (anéis superiores). Vale lembrar que os cruzeirenses ficarão no portão 8.

Raposão, mascote do Cruzeiro, não poderá comparecer ao Independência (Foto: Washington Alves / Light Press) Raposão, mascote do Cruzeiro, não poderá comparecer ao Independência (Foto: Washington Alves / Light Press)Raposão, mascote do Cruzeiro, não poderá comparecer ao Independência (Foto: Washington Alves / Light Press)

Ainda de acordo com a concessionária, o Raposão, mascote do Cruzeiro, não poderá estar presente, por causa da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que não permite a entrada do mascote visitante.

Segurança

Como de costume, um tapume isolará os cruzeirenses na Rua Ismênia Tunes, onde terão acesso ao estádio pelo portão 8. De acordo com a PM, 10 ônibus serão escoltados até ao Independência, saindo da sede da Máfia Azul, na rua Tupis, no centro de Belo Horizonte.

O Major Calixto fez ainda um pedido à torcida "avulsa" do Cruzeiro, ou seja, aqueles que não vão nos ônibus escoltados: não devem utilizar camisa do clube no deslocamento até o Horto. Os melhores trajeto para os cruzeirense são pelas ruas Córrego da Mata, Alexandre Tourinho e Nancy de Vasconcelos.




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